A equipe pisou o gramado do Morumbi já campeã. Só uma catastrófica
derrota por três gols de diferença levaria a decisão para os pênaltis.
As pouco mais de 53 mil pessoas na arquibancada já comemoravam. Faltou o
churrasco para dar o tom de jogo festivo. Com o Peixe na contagem
regressiva para o título e o Bugre descompromissado, a pelada se
instaurou no Morumbi.
Início com um gol a cada quatro minutos: Alan Kardec, Fabinho, Neymar e
Bruno Mendes. No primeiro quarto do jogo, o placar já mostrava 2 a 2.
Outras tantas chances foram desperdiçadas. Espaço de sobra para dribles e
arrancadas. Jogo único, motivado por circunstâncias raras. O Guarani
disputando uma final sem nada a perder e o Santos numa espécie de
"relaxamento" antes de decidir vaga na semifinal da Libertadores contra o
Vélez Sarsfield (ARG), em desafio bem mais árduo.
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No fim, cada um no seu lugar. O Santos, com o brilho de seus craques,
no alto do pódio, com mais uma taça. E como não para de crescer o acervo
do Alvinegro praiano... Já o Guarani, orgulhoso de não estar mais em
destaque por atrasos de salário ou risco de perder seu estádio, e sim
pela campanha digna de aplausos no Paulistão. Orgulhoso de ter sido o
melhor entre os times comuns do estado. Esse Santos não é comum...
Taperoá em foco
com globoesporte



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