Nas
últimas eleições municipais aqui na Paraíba, dezenas de municípios
elegeram uma mulher para prefeita. Com destaque para Patos, Monteiro,
Livramento e Desterro na Região de Taperoá.
Num
País que tem como Presidenta uma mulher, tal fato reflete a cada vez
maior participação feminina na política, trazendo ao poder executivo
além do charme, o famoso sexto sentido feminino e certo carinho a mais
no trato da coisa pública.
Taperoá,
síntese das coisas boas no Brasil, bem que poderia está incluída nesse
fato promissor, e, aparentemente, pintou nesse quadro.
Teve uma mulher candidata a prefeita e teve quatro eleitas para integrar uma câmara de vereadores composta por nove membros.
Mas essa ascensão feminina na terra de Ariano Suassuna tem um “porém” que mascara sua presença nessa novidade promissora.
A solidariedade familiar e feminina em Taperoá pesou mais que uma decisão de colaborar na sua administração pública.
Quase
todas as candidatas, eleitas ou não, enfrentaram as urnas na condição
de substitutas de familiares masculinos pegos em trela pela Justiça
local. Alguns desses já em repouso judicial e outros na expectativa de
bem merecer esse tipo de descanso, aguardando desenrolar e conclusão de
processos.
E
esse aspecto termina por evidenciar mais os trelosos que um sangue novo
no cuidado com a coisa pública municipal. Fica mais para urubu do que
para beija-flor no espírito do taperoaense orgulhoso.
E
leva a todos nós da terrinha confiar que Deus, o maior dos
taperoaenses, ajude a contornar tudo e programe, junto ao nosso novo
Prefeito, o ritmo de recuperação do atraso e perseguição do progresso,
ora vigente na nossa cidade.
Taperoá em foco
com marcelo dantas



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