Foi com essas palavras que a vereadora Maria Sileide Batista iniciou sua fala na Câmara Municipal de Taperoá ao se referir ao concurso público que a promotoria pediu a anulação do concurso.
Ela
exigiu a contratação de uma empresa isenta dos interesses do governo e
que gere confiança nos candidatos que almejam uma vaga no serviço
público.
Ela
disse que além da denuncia da promotoria com relação a modalidade
inadequada de licitação existiram ainda várias reclamações dos
candidatos com relação a elaboração das provas, organização do concurso e
outros pontos.
Sileide
sugeriu a prefeitura que se o concurso for anulado seja contratada uma
empresa conhecida e que inspire segurança para quem vai ser submetido as
provas.
O
líder do governo no parlamento, Ailton Paulo, argumentou que a
modalidade escolhida pelo governo para licitação que contratou a empresa
foi a chamada tomada de preço e que apesar da promotoria ter discordado
o governo recorreu porque tem convicção que se trata do modelo mais
adequado.
Sileide finalizou dizendo que se o modelo licitatório escolhido pela prefeitura é correto ou não quem vai definir é a justiça, porém ele lamentou que o governo tenha submetido dezenas de pessoas a um constrangimento tão grande.
Taperoá em foco
com Lázaro Farias



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